A Casa que vendia Elefante Livia Garcia-Roza estréia na literatura infantil com uma história divertida sobre uma me-nina que deseja um presente inusitado: um elefante! Os pequenos vão se divertir com o desenrolar desta aventura ilustrada por Mariana Massarani. |
Anton sabe fazer Mágica Anton tem um chapéu de mágico. Então ele sabe fazer mágica? Como um aprendiz, vai começar com um passe fácil. Que tal fazer a árvore sumir? Mas a árvore é muito grande... Anton tenta então em um pássaro. E funciona! O problema é que seu amigo Lucas não acredita em seus poderes. Mas Anton vai lhe mostrar... Ele faz Lucas sumir – shazam! Mas Anton tem um problema: ele não quer que Lucas desapareça. A mágica pode ser revertida? |
E a Lua sumiu Os bichos reuniram-se para desvendar o mistério do sumiço da lua. A cada animal interro-gado, surge uma nova pista, num jogo divertido de adivinhações e suspense. |
Girafas não sabem dançar Geraldo é uma girafa muito desengonçada. Se tenta correr, troca as pernas e se estatela no chão. Mas coragem é o que não lhe falta. Tanto que resolveu ir ao baile anual da selva. Na festa, os bichos dançam todo tipo de música: rock, tango e até chachachá. E todo mundo na África está cansado de saber que girafas não sabem dançar. Todo mun-do, inclusive o Geraldo. Pois não é que, mesmo assim, ele respirou fundo e, aos trope-ções, dirigiu-se para a pista de dança? Com dobraduras e figuras que se movimentam por puxadores, este livro vai contar o que aconteceu com o Gê naquela noite. E você vai ver como o grilo cricrilou um conselho pre-cioso para nosso amigo: graças a ele, Geraldo foi capaz de uma proeza que deixou a selva inteira de boca aberta. |
Meus Contos africanos Do berço da humanidade surge o caleidoscópio de um livro que refrata a África em sua miríade de facetas e cores: o brilho ofuscante do quente sol africano, o tom azul das montanhas no horizonte, o repouso misericordioso oferecido pela água e pela mata, os estratagemas e a malícia das criaturas, tanto animais como humanas, que povoam esse vasto continente selvagem, e sua generosidade humana, seus grandes corações e seu riso sempre presente. Aqui são encontrados contos tão antigos quanto a África, contados ao redor de fogueiras no final do dia desde tempos imemoráveis, contos herdados dos povos san e khoi, originalmente caçadores e criadores de animais pioneiros, deixados à imagina-ção daqueles que vieram do mar em grandes embarcações de velas ondeantes. |
Todos os Patinhos Divertida e comovente, esta é a história de como Conrado, a raposa, e Lourenço, o pati-nho, formaram uma família improvável. Na floresta, enquanto Lourenço ainda era um ovo sem nome, Conrado apareceu faminto. A mamãe-pata conseguiu escapar, e a raposa ficou com o prêmio. Conrado pensou em preparar ovos mexidos, mas preferiu esperar que o filhote crescesse para devorá-lo. No entanto, sua essência de caçador, seu instinto de devorador, foi substituído por um carinho paternal. Em tom prosaico, o texto remete às narrativas populares, que buscam a repetição da oralidade e o acúmulo de frases, criando o toque de humor que suaviza essa história dramática. As ilustrações, eletrizantes como o texto, misturam tons fortes, recortes e colagens. Na quarta capa, Cora Rónai confirma: É com ingredientes singelos que se faz este livro, tão bom quanto pato ass... oops, perdão: quanto uma torta de chocolate. Experimentem! |
Um Pinguim tupiniquim Em idade humana, o pinguim Orozimbo tem dezesseis anos e acaba de tomar a decisão mais importante de sua vida: abandonar o Polo Norte. Em busca de aventuras e novas experiências, ele deixa família e amigos a ver navios e percorre um trajeto confuso e cheio de percalços, que contou com um encontro com Amyr Klink e uma rápida passagem pela Argentina, e acaba vindo parar no Brasil. São muitas as aventuras pelas quais ele passa em território brasileiro até encontrar um pouco de tranquilidade no campo, onde passa a conviver com animais tradicionais de fa-zenda, como vacas, patos e galinhas. Segundo a autora, não há amadurecimento possível sem o risco de deixar o local onde nascemos, e é a partir disso que a aventura de Orozim-bo representa também o percurso de crescimento humano. A seguir, algumas palavras da autora sobre seu novo livro, que recebeu apoio da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, por meio do projeto proac, para ser escrito e editado. |